A missão é uma só
Poucas vezes os crentes têm sido tão pouco bíblicos e até anti-bíblicos como quando o assunto é a chamada missão integral – a começar pelo nome… “missão integral”. E tem outra? Não! Porque se não for integral não é missão. O grande problema continua sendo a má aplicação do conceito discutido em Lausanne. A exortação bíblica para que a proclamação da fé fosse seguida por obras foi contaminada pela utopia socialista, caminhou paralela à teologia da libertação e se confundiu. O castigo para essa promiscuidade foi que a missão integral ficou restrita à conveniência de ONGs e ao discurso teológico-elitista, na mesma dialética atribuída ao Joãozinho – “Pobre gosta de luxo! Quem gosta de pobreza é intelectual”. O vão esforço de criar uma missão mais piedosa do que a determinada por Jesus (é incrível como tem crente que se acha mais santo do que o Senhor), se esvai em jogos semânticos como “os evangelistas querem ganhar almas, os querem ganhar vidas”. Ohhh! Quando já se viu um evang...